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Grã-Bretanha proíbe anúncio de cigarros em roupas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A partir da meia noite deste domingo, empresas de cigarro estão proibidas de usar produtos como roupas, chapéus e guarda-chuvas para anunciar suas marcas na Grã-Bretanha. A decisão é o estágio final da implementação da Lei de Anúncio e Promoção de Tabaco. A medida coincide com o começo da proibição em todos os países da União Européia do patrocínio de eventos esportivos feitos por empresas de cigarro. O GP da Hungria de Fórmula 1 disputado neste domingo foi a última corrida num país da União Européia a ter anúncios de cigarros. Menos mortes No GP britânico esta proibição já vigorava desde 2002. Na Grã-Bretanha, os anúncios de cigarros na TV foram proibidos em meados dos anos 90. Anúncios em lojas e bancas de revistas se tornaram ilegais em 1999. As diretrizes da União Européia também proíbem o anúncio de cigarros na mídia impressa, em rádios e na internet. Estima-se que a proibição de anúncios de cigarro, promoções e patrocínio resulte numa queda de 2,5% no número de mortes causadas pelo fumo. O especialista em empresas da BBC Richard Scott afirma que ainda não está claro o que vai acontecer com eventos esportivos realizados fora da União Européia, com patrocínio de empresas de cigarro, que sejam transmitidos para países integrantes do bloco. |
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