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Diplomatas argelinos teriam sido mortos no Iraque | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo que alega ser ligado à Al-Qaeda no Iraque divulgou declaração na internet, nesta quarta-feira, afirmando que matou dois diplomatas argelinos que tinham sido seqüestrados na semana passada. A autenticidade da nota e das alegações não pode ser confirmada. Ali Balarousi, chefe da missão diplomática da Argélia no Iraque, e seu colega Azzedin Belkadi foram seqüestrados por homens armados em Bagdá na quinta-feira. No início do mês, o embaixador do Egito no Iraque, Ihab Al-Sherif, foi seqüestrado e morto em uma operação cuja autoria foi assumida por insurgentes. "O chefe da missão argelina, Ali Balarousi, e o diplomata Azzedin Belkadi, cujo governo está operando em violação da vontade de Deus, foram mortos", diz a declaração da internet. "Tribunal Al-Qaeda" Os dois argelinos apareceram em um vídeo divulgado na terça-feira. Em nota anterior divulgada na internet, o grupo, que se acredita ser liderado pelo militante jordaniano Abu Musab Al-Zarqawi, avisou que os dois seriam mortos depois de serem julgados por "um tribunal da Al-Qaeda". Autoridades no Iraque dizem que os insurgentes iniciaram ataques contra diplomatas para tentar demover os países árabes da intenção de elevar o nível de suas representações diplomáticas. A decisão do Cairo de designar Ihab Al-Sherif como embaixador fez do Egito o primeiro país árabe a elevar suas relações com o Iraque. Os Estados Unidos vêm estimulando os países árabes a indicarem embaixadores para Bagdá em uma tentativa de reforçar o novo Estado e solapar a insurgência. A Argélia retirou seus diplomatas do Iraque depois do seqüestro dos dois na semana passada. |
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