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Homem morto a tiros não estava ligado a explosões em Londres, diz polícia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Scotland Yard anunciou que o homem morto por policiais em em uma estação de metrô de Londres, na manhã de sexta-feira, não estava ligado às explosões que atingiram a cidade na quinta-feira. Em um comunicado oficial, a entidade lamentou a perseguição e a morte do homem, cuja identidade ainda não revelada. "O fato de alguém perder sua vida em circunstâncias como essas é uma tragédia, a qual a Polícia Metropolitana de Londres lamenta", diz o texto. O comunicado confirmou que o homem foi seguido por policiais ao deixar um prédio de apartamentos no sul de Londres, que estava sendo investigado em ligação com os recentes ataques à cidade. O incidente está sendo investigado por uma comissão de comportamento profissional da polícia de Londres e será levado também a uma comissão independente. Suspeitos interrogados Neste sábado, a polícia anunciou ainda que dois homens estão sendo interrogados em uma prisão de segurança máxima no centro de Londres, após terem sido detidos no bairro de Stockwell - o mesmo onde houve o tiroteio no metrô. Os dois foram presos separadamente ainda na sexta-feira, poucas horas depois que a polícia divulgou imagens de quatro suspeitos pelos ataques da quinta-feira, obtidas pelo circuito fechado de TV do sistema de transporte público londrino. Mas o chefe da polícia, Ian Blair, se recusou a confirmar se os dois homens são os mesmos mostrados nas imagens divulgadas. Metrô fechado Neste sábado, a estação de metrô de Mile End, no leste da capital britânica, foi fechada por cerca de meia hora, depois de um alerta de segurança em um trem subterrâneo. Uma testemunha disse ter visto fumaça saindo de um vagão e um homem sendo levado por policiais. Ainda na sexta-feira, a polícia fez incursões em vários outros bairros de Londres, numa operação descrita por Ian Blair como a maior busca já realizada na capital britânica. Em uma entrevista coletiva, um representante da polícia pediu à população que ligue para telefones especiais para fornecer qualquer tipo de informação sobre os suspeitos. |
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