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Furacão Dennis mata pelo menos dez em Cuba | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos dez pessoas morreram em Cuba na passagem do furacão Dennis pela ilha nesta sexta-feira. Entre as vítimas estava um bebê de um ano e meio. Com ventos de quase 240 quilômetros por hora, o furacão está em segundo lugar na escala de classificação de violência para esse tipo de tempestade. O presidente de Cuba, Fidel Castro, disse em um programa de televisão que oito dos mortos estavam na província de Granma, no leste do país e outros dois em Santiago. "O furacão chegou com toda a sua força diabólica", disse o líder de Cuba. Até a tarde de sexta-feira as autoridades cubanas tinham retirado um milhão e meio de pessoas de áreas onde havia mais risco. Entre elas havia milhares de turistas que se encontravam nas províncias de Santiago, Cayo Largo del Sur e na Ilha da Juventude. Nos Estados Unidos, o governador da Flórida, Jeb Bush, declarou estado de emergência por causa da iminente chegada do furacão na área. O arquipélago de Flórida Keys ordenou a retirada de turistas antes da chegada de Dennis. Mais forte desde 1851 O furacão ganhou força depois de passar por Jamaica e Haiti, onde pelo menos uma pessoa morreu e quatro outras estão desaparecidas. Dennis é o primeiro furacão neste ano e o mais forte a se formar no Atlântico no começo da estação de furacões desde o início do recolhimento de dados, em 1851, disse o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos. Dennis deverá passar com violência pelo Golfo do México, onde companhias de petróleo começaram a retirar trabalhadores de plataformas de prospecção. Até esta quarta-feira, a tempestade era considerada de categoria 1 na escala escala Saffir-Simpson, que vai até 5. Na quinta-feira, foi elevado para a categoria 3 e agora passou para a categoria 4. |
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