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Congresso paraguaio rejeita proposta de privatização | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Câmara de deputados do Paraguai rejeitou por unanimidade, nesta quinta-feira, uma proposta do governo para retomar o programa de privatização. Um deputado da oposição descreveu a proposta como irresponsável e falha. Entre os planos, estavam a privatização das empresas de água, telefone e estradas de ferro, ainda nas mãos do Estado. A proposta havia sido apresentada pela primeira vez em 2003 pelo então presidente Luis Gonzalez Macchi, mas depois foi suspensa em meio a acusações de corrupção e protestos nas ruas. O programa teria sido uma exigência do FMI, segundo a agência de notícias EFE, que cita o presidente Nicanor Duarte dizendo sempre ter sido contra o projeto. Protestos Mais cedo, milhares de pessoas tomaram as ruas da capital, Assunção, em protesto contra o projeto. Camponeses, estudantes e servidores públicos gritavam "Não à privatização! Sim à soberania nacional!", enquanto marchavam em direção ao Congresso, onde acompanharam a votação dos deputados. Em outras partes do país, manifestantes fecharam estradas em solidariedade aos protestos da capital. O Senado paraguaio aprovou a proposta no início deste ano. |
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