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Super-reator de R$ 29 bi será instalado na França | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um super-reator de fusão nuclear será construído na França, anunciaram os países envolvidos no projeto nesta terça-feira. O International Thermonuclear Experimental Reactor (Iter) é um projeto de pesquisa feito em cooperação internacional e vai custar 10 bilhões de euros (quase R$ 29 bilhões). É o segundo projeto de pesquisa conjunta internacional mais caro, depois da Estação Espacial Internacional. A construção do reator estava sendo adiada há 18 meses porque havia uma disputa entre a União Européia (UE) e o Japão sobre onde ficaria o reator. Parceiros O Iter (que também significa caminho em latin) está sendo desenvolvido com recursos de seis parceiros internacionais: UE, Japão, Estados Unidos, Rússia, China e Coréia do Sul. A UE vai contribuir com 50% dos recursos e cada um dos outros cinco parceiros vai investir 10% do total. O reator vai usar energia de reações nucleares como as que produzem a energia do sol. A fusão nuclear é considerada uma forma mais limpa de produzir energia do que a fissão nuclear ou combustíveis fósseis. O novo reator será capaz de produzir a fusão nuclear e deverá produzir as primeiras reações necessárias para gerar energia utilizável. Os desafios tecnológicos para isso, no entanto, são imensos e alguns especialistas acreditam que um reator de fusão nuclear comercial só será efetivamente criado daqui a algumas décadas. |
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