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Jamaica recebe como herói o homem mais rápido do mundo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Jamaica recebeu com honras de herói nacional o corredor Asafa Powell, que quebrou o recorde dos 100 metros rasos em Atenas na terça-feira. Acompanhado do seu técnico, Stephen Francis, Powell era esperado no aeroporto por representantes do governo, inclusive o ministro dos Esportes Portia Simpson Miller, e alunos da Universidade de Tecnologia, onde estuda. Logo depois de chegar à sua terra natal, o atleta disse acreditar que o seu tempo de 9,77 segundos possa ser reduzido ainda mais. "Eu acho que pode ser reduzido. O jeito que estou correndo nesta temporada me deu muita confiança. Eu fiz 9,8 segundos todas as vezes em que eu corri na pista", disse o recordista. O presidente da Associação de Atletas Amadores da Jamaica, Howard Aris, disse que o feito do esportista de 22 anos mostra que a Jamaica é capaz de produzir atletas de primeira linha sem precisar mandá-los para os Estados Unidos. Powell quebrou o recorde no Super Grand Prix de Tsiklitiria, em Atenas. A marca anterior de 9,78 segundos havia sido conquistada três anos atrás, pelo americano Tim Montgomery. O jamaicano era um dos favoritos para a medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas no ano passado, mas terminou a competição em quinto lugar. A sua próxima prova deverá ser o campeonato nacional de Jamaica, que vai selecionar a equipe que vai representar a Jamaica no Campeonato Mundial em Helsinki, na Finlândia, em agosto. A popularidade de Powell na Jamaica já é comparada à do cantor de reggae Bob Marley, ídolo no país. |
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