|
Prisioneiro 'aleijado' larga muletas e foge correndo de tribunal na África do Sul | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um criminoso, tido como aleijado pela polícia, largou as muletas que usava e correu para a liberdade pouco depois de ter sido condenado à prisão perpétua por assassinato na África do Sul. Sandile Buthelezi, conhecido como "Baixinho", não estava algemado no tribunal porque tinha passado dois anos na prisão com muletas, e os guardas acreditavam que ele não seria capaz de fugir. No entanto, quando estava sendo levado do tribunal a uma cela, depois de anunciada sua sentença, Buthelezi mostrou que estava muito bem das pernas. "Baixinho" correu para o estacionamento, escalou um muro e desapareceu. Correntes Os jornais da África do Sul dizem que os guardas ficaram perplexos com o "milagre". Em uma tentativa de impedir fugas nos tribunais, em 2003 o Departamento de Serviços Correcionais da África do Sul decidiu que os prisioneiros deveriam ficar presos com correntes nos pés quando estivessem em tribunais. A medida não foi usada no caso de Sandile Buthelezi, que tinha comparecido a todas as audiências com as muletas. O criminoso, de 20 anos, e três cúmplices foram condenados por assassinato e posse ilegal de armas por terem atirado e matado um amigo deles em novembro de 2003. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||