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Bento 16 promete seguir melhorando relações com judeus | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O papa Bento 16 disse a líderes judeus, nesta quinta-feira, que quer continuar o trabalho de melhorar as relações entre católicos e judeus. "Neste início do meu pontificado, quero assegurar os senhores de que a Igreja Católica se mantém firmemente comprometida, em sua catequese e em todos os aspectos de sua vida, em implementar esse ensinamento decisivo", disse Bento 16 a 25 delegados liderados pelo rabino americano Israel Singer, em seu primeiro encontro com representantes da religião desde que foi escolhido para substituir João Paulo 2º. O papa, que é alemão, também falou sobre o que chamou de problemas históricos, morais e teológicos levantados pelo Holocausto, quando milhões de judeus foram dizimados pela Alemanha nazista. Para ele, manter viva a memória do passado é um “imperativo moral para as duas comunidades”. Relações dolorosas A delegação judaica que visitou o Vaticano foi composta por 25 líderes judeus de Israel, da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina. O papa reconheceu que as relações entre as duas religiões foram “complexas e com freqüência dolorosas”. Mas ele falou que o “patrimônio espiritual” de ambas pode guiar judeus e católicos a um “futuro de esperança”. João Paulo 2º foi o primeiro papa a visitar uma sinagoga e campos de concentração nazistas. "Meus predecessores Paulo 6º e João Paulo 2º deram passos importantes no sentido de desenvolver as relações com o povo judeu", afirmou Bento 16. |
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