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Família pede que EUA aceitem cubanos de 'aquatáxi' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Familiares de um grupo de cubanos que tentavam chegar à costa dos Estados Unidos em um táxi adaptado fizeram um apelo para que as autoridades americanas os deixem permanecer no país. Os 13 cubanos, entre os quais seis crianças, tentavam fazer a perigosa travessia de Cuba à Flórida em um Mercury 1948, convertido em barco pelo mecânico Rafael Díaz. A inusitada embarcação foi interceptada pela Guarda Costeira americana na terça-feira e os passageiros foram detidos. Pela legislação dos Estados Unidos, refugiados cubanos só têm o direito de permanecer no país se conseguirem aportar em solo americano em segurança. Os que forem detidos são mandados de volta a Cuba. Em Havana, os familiares de Díaz e dos demais passageiros do “aquatáxi” temem que eles sejam condenados à prisão pela tentativa de emigração. Saída negada Esta não é a primeira vez que o mecânico tenta sair de Cuba. Em 1994, ele se lançou ao mar a bordo de um Buick 1947 adaptado, mas o “carro” apresentou problemas elétricos e ele teve de voltar. No ano passado, ele e sua família estavam entre vários cubanos interceptados em outro Buick transformado em embarcação. Segundo Marisela Rodríguez, prima de Díaz, o governo americano já teria dado o visto de imigrante a ele e sua família, mas Cuba negou a saída de sua mulher Nivia Valdez, que é médica, e um dos dois filhos do casal, que está em idade de começar o serviço militar. Autoridades americanas dizem que cerca de mil cubanos atingem a costa dos Estados Unidos a cada ano, mas não há dados de quantos dos que se lançam ao mar não completam a viagem. |
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