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Secretário 'não queimou' papéis de João Paulo 2º | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário particular de João Paulo 2º, arcebispo Stanislaw Dziwisz, disse não ter queimado os papéis pessoas do papa como havia sido pedido. O arcebispo disse que os documentos são um grande tesouro e devem ser "salvos e preservados para a posteridade". Ele disse a uma rádio polonesa que as anotações de João Paulo 2º deveriam ser gradualmente colocadas à disposição do público. O arcebispo também sugeriu que esses papéis poderão ajudar no processo de beatificação do papa. Dziwisz, que trabalhou ao lado de João Paulo 2º por quase 40 anos, foi nomeado arcebispo de Cracóvia pelo papa Bento 16 na sexta-feira. 'Grande tesouro' No testamento deixado por João Paulo 2º e divulgado logo depois de sua morte, o pontífice diz que havia pedido para que o arcebispo Dziwiisz cuidasse para que os seus documentos e anotações fossem queimados. No entanto, Dziwisz disse que sentia que sua devoção pelo papa e seus ensinamentos contavam mais que a sua responsabilidade de destruir os papéis. "Tudo será examinado cuidadosamente e colocado em ordem", afirmou. "Nada deve ser queimado. É uma grande herança, um grande tesouro, textos de uma variedade muito rica. Tudo deve ser preservado para a posteridade". O arcebispo disse que os documentos devem ser estudados ao longo tempo e afirmou que espera vê-los publicados para talvez ajudar no processo de beatificação do papa. |
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