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Chirac e Schröder defendem ratificação da Constituição | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente francês, Jacques Chirac, e o chanceler alemão, Gerhard Schröder, defenderam neste sábado a continuação do processo de ratificação da Constituição européia. Os dois líderes se reuniram em Berlim para discutir a crise em torno do documento, rejeitado em referendo popular na França e na Holanda. Chirac e Schröder não fizeram nenhuma declaração, mas a mensagem de que os dois concordam que o processo de ratificação não deve ser interrompido foi transmitida por seus assessores. O porta-voz do governo alemão, Bela Anda, disse que o sonho de uma integração européia não deve morrer. Já o porta-voz do governo francês, Jerome Bonnafont, disse que o encontro "demonstrou uma profunda unidade de opiniões sobre o que aconteceu e o que deve acontecer na Europa". Ainda no sábado, o presidente da Comissão Européia, Jose Manuel Barroso, disse que os líderes europeus deveriam fazer com que a crise causada pelo "não" dos franceses e holandeses à Constituição se transformasse em uma oportunidade. Grã-Bretanha O correspondente da BBC em Berlim, Ray Furlong, disse que os dois líderes sabem que há bastante ceticismo em relação à continuidade do processo de ratificação e estão principalmente preocupados que a Grã-Bretanha possa declarar a Constituição 'morta' antes do encontro de meados deste mês da União Européia. Chirac e Schröder também discutiram o orçamento do bloco para o período de 2007-2013. A Alemanha, o maior contribuinte dos cofres da UE, quer que a Grã-Bretanha faça concessões sobre o desconto obtido pela ex-primeira-ministra Margaret Thatcher em 1984. Mas o correspondente da BBC afirma que isso seria politicamente explosivo na Grã-Bretanha. |
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