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Kuwait aprova direito de voto das mulheres | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O parlamento do Kuwait aprovou uma emenda na lei eleitoral beneficiando as mulheres, dando a elas, pela primeira vez, o direito de votar e concorrer a cargos eletivos nos pleitos municipais e parlamentares. A lei, aprovada ao fim de uma sessão de dez horas, havia sido anteriormente rejeitada representantes de clãs locais e muçulmanos mais tradicionais com cadeiras do parlamento. Esses legisladores vinham alegando que a lei islâmica proíbe que mulheres tenham posição de liderança. Além disso, eles temiam que a mudança prejudicasse o trabalho doméstico no país. Mas uma emenda que modificou o projeto de lei original deixa claro que eleitoras e candidatas devem obedecer às leis islâmicas. Restrições A medida pode significar restrições às campanhas das candidatas. A lei recebeu o voto favorável de 35 parlamentares, enquanto 23 se opuseram a ela e um se absteve. As próximas eleições no país estão marcadas para este ano. O correspondente da BBC diz que a emenda foi uma tentativa do governo de acalmar os legisladores muçulmanos. O governo pressionou pela aprovação da mudança na lei. Pela lei que até agora estava em vigor do Kuwait, apenas homens com mais de 21 anos e que não façam parte da polícia ou de forças militares podem votar. |
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