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General americano alerta para pressão sobre militares | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O chefe do Estado-maior Conjunto das Forças Armadas dos Estados Unidos, general Richard Myers, alertou que as operações militares no Iraque e no Afeganistão podem comprometer a capacidade do país de lutar em outras guerras. Em relatório apresentado ao Congresso, Myers diz que o nível de estresse sobre os militares atualmente é tão alto que o seu desempenho pode ser prejudicado num futuro conflito. Embora o documento não deveria ter vindo a público, alguns trechos vazaram à imprensa americana. O Congresso americano está no momento considerando se aprova um pedido do presidente George W. Bush para um aumento de US$ 82 bilhões no orçamento do Departamento de Defesa, a fim de financiar essas operações. Ainda nesta terça-feira, o Exército informou que não atingiu as metas de recrutamento pelo terceiro mês consecutivo. Há cerca de 130 mil militares americanos no Iraque e 16 mil no Afeganistão. Um porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, disse à agência de notícias France Presse que a avaliação do general não significa que as forças americanas sejam menos capazes de derrotar um adversário, mas apenas que podem ter problemas para cumprir prazos dos "planos de contingência". "Nós somos uma nação em guerra. Nós provavelmente temos os militares mais experientes em batalha neste momento. E, embora as nossas forças tenham algum estresse agora, não há dúvida de que nós prevaleceríamos contra qualquer adversário", afirmou Whitman à France Presse. |
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