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EUA matam 12 'rebeldes' na fronteira com a Síria | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército americano informou que matou 12 supostos rebeldes durante combates nos arredores da cidade de Al Qaim, perto da fronteira síria. Nove dos mortos estavam num caminhão que os soldados consideraram suspeito. Os outros três teriam morrido num ataque aéreo. A operação também deixou feridos, incluindo uma menina de seis anos e seis soldados da coalizão liderada pelos Estados Unidos. Em outro comunicado, o Exército americano informou que dois caças F-18 do seu corpo de fuzileiros navais desapareceram no Iraque. Os jatos estavam dando apoio a operações americanas em terra. O contato teria se perdido por volta de 22h do horário local (15h em Brasília) de segunda-feira. Não há registro de ataques na região que eles sobrevoavam, mas o Exército já deu início a uma busca. Ainda nesta segunda-feira, 12 pessoas morreram em uma série de atentados a bomba em Bagdá e Mosul. As bombas são os incidentes mais recentes em uma onda de atentados que já mataram mais de 120 pessoas desde o anúncio do novo governo do Iraque, na última quinta-feira. No domingo, um ataque na cidade de Talafar, perto de Mosul, no norte do país, matou pelo menos 25 pessoas. Uma bomba explodiu em um funeral curdo. |
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