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Colômbia destitui policiais por desviar recursos dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As autoridades da Colômbia destituíram 34 policiais por desviar um milhão de dólares do dinheiro que os Estados Unidos forneceram ao país para o combate ao narcotráfico. Uma investigação que incriminou altos funcionários, incluindo o ex-chefe da política antidrogas, general Custavo Socha, revelou que eles usaram o dinheiro para benefício próprio em vez de aplicá-lo em operações contra o narcotráfico. Segundo o jornal colombiano El Tiempo, os policiais também estão impedidos de exercer qualquer função pública por cinco anos. O correspondente da BBC em Bogotá, Jeremy McDermott, disse que o caso é constrangedor para o governo colombiano, que, como um dos maiores beneficiários da ajuda americana, recebe mais de US$ 600 milhões de Washington por ano. O dinheiro teria sido roubado de uma conta bancária usada para financiar a polícia antidrogas, até então considerada pelos Estados Unidos como uma das mais confiáveis instituições colombianas. Usando recibos falsos, cerca de US$ 1 milhão foram furtados da conta bancária e gastos pelos policiais em festas e artigos de luxo. Estavam envolvidos no esquema um general, seis coronéis e 27 policiais. O escândalo, no entanto, não deteve o envolvimento dos Estados Unidos no conflito civil colombiano. |
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