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Forças de segurança lançam operação no Iraque para libertar xiitas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Tropas iraquianas e americanas lançaram uma operação na cidade de Madain, ao sul da capital, Bagdá, onde rebeldes sunitas estão mantendo vários muçulmanos xiitas como reféns. Os rebeldes seqüestraram até 60 xiitas na sexta-feira e disseram que vão matá-los se toda a população xiita não deixar a cidade. As autoridades iraquianas dizem que este é o mais recente de uma série de seqüestros na cidade, onde existem representantes das duas comunidades muçulmanas. O incidente ocorre em um momento de ressurgimento da violência no país depois de um período de calmaria depois das eleições de janeiro. Baquba Pelo menos nove pessoas morreram no Iraque nos mais recentes ataques contra as forças de segurança do país. Em Baquba, ao norte de Bagdá, um militante suicida explodiu uma bomba em um restaurante, matando pelo menos sete pessoas, cinco das quais eram policiais. Segundo testemunhas, o restaurante, popular entre as forças policiais da cidade, estava cheio quando a bomba explodiu. Antes, pelo menos um soldado e um policial morreram em incidentes separados em Kirkuk, no norte iraquiano. E no sul do Iraque, 11 detidos fugiram de Campo Bucca - o maior centro de detenção do país, com 6.000 iraquianos presos. Dez foram recapturados horas mais tarde. |
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