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Atos pró e anti-Chávez marcam aniversário de golpe | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Partidários e opositores do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, saíram às ruas para marcar o terceiro aniversário do golpe que tirou o presidente do poder por alguns dias. A manifestação dos opositores reuniu centenas, que marcharam pelas ruas de Caracas carregando velas para lembrar os mortos em 11 de abril de 2002, quando Chávez chegou a ser retirado do cargo. Os partidários do presidente, que também somavam centenas, se reuniram no centro de Caracas e também realizaram cerimônias em homenagem às vítimas. No total, morreram 19 pessoas, entre partidários e opositores de Chávez, durante os distúrbios daquele dia. Ninguém foi condenado, e os dois lados trocam acusações sobre quem é culpado pelas mortes. Manifestações O governo venezuelano diz ter provas do suposto envolvimento americano no afastamento de Chávez, mas os Estados Unidos negam a acusação. O Congresso e a Suprema Corte da Venezuela chegaram a ser dissolvidos depois de uma suposta renúncia de Chávez. O presidente reapareceu dois dias depois, negando ter renunciado. Reassumiu o cargo com o apoio de militares e de milhares de "chavistas" que saíram as ruas. Estão sendo programados vários atos para a quarta-feira, com o objetivo de comemorar a volta do presidente venezuelano. |
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