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Brasil pede que grupo colombiano cesse hostilidades | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Embaixadores do Brasil, da Venezuela e da Espanha pediram ao segundo maior grupo rebelde da Colômbia, o Exército Libertação Nacional (ELN), que retome as negociações paz com o governo do país. O pedido foi feito durante uma reunião entre embaixadores dos três países em Bogotá com um representante do ELN, Francisco "Pacho" Galán, numa cadeia perto de Medellín, onde ele cumpre pena. "O que viemos solicitar a Pacho Galán é um esforço para encontrar um terreno comum, o cessar total das hostilidades para que se possam sentar à mesa com o governo colombiano e iniciar um processo de paz. Essa é a essência da nossa conversa", disse a embaixadora brasileira, Maria Celina de Azevedo, em entrevista coletiva. O comissário da paz do governo colombiano, Luis Carlos Restrepo, também estava no encontro. Reunião de cúpula Eles pediram que o grupo rebelde suspenda as hostilidades e volte à mesa de negociações. O ELN disse há menos de uma semana que se recusava a suspender sequestros. Restrepo disse que o governo do presidente Álvaro Uribe já teve conversas "positivas" com o grupo guerrilheiro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o seu colega venezuelano, Hugo Chávez, e o primeiro-ministro espanhol, Jose Luiz Rodriguez Zapatero, expressaram apoio ao processo de paz colombiano numa recente reuinião de cúpula com Uribe em Ciudad Guayana, na Colômbia. O presidente Uribe impôs o fim das hostilidades como pré-condição para a retomada do díálogo com o ELN, que tem cerca de 5 mil combatentes. |
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