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Hezbollah e oposição têm encontro no Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um dos mais destacados líderes da oposição no Líbano, Walid Jumblatt, se encontrou com o xeque Hassan Nasrallah, que comanda o grupo militante islâmico Hezbollah. O encontro acontece após repetidas pressões para que as duas facções mantivessem alguma forma de diálogo. Segundo Jumblatt, o controvertido tema de desarmar os 20 mil militantes do Hezbollah no Líbano não foi discutido. Mas o oposicionista afirmou que o assunto será tratado assim que for obtido um acordo a respeito da disputada região de Shebaa, que fica entre o Líbano, Isael e as Colinas de Golã - território sírio ocupado por Israel. 'Parceiro estratégico' Jumbalatt havia dito que o Hezbollah, que é apoiado pela Síria, seria um parceiro estratégico em qualquer futura coalizão política no Líbano. Opositores libaneses acusaram a Síria de estar envolvida no atentado que matou o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri. Após o atentado, foram realizados no Líbano uma série de manifestações tanto contra como a favor da presença de tropas sírias no país. Os protestos organizados pelas distinas facções reuniram milhares de pessoas nas ruas do país. A Síria já se comprometeu em retirar todas as suas tropas e serviços de inteligência do Líbano. Em outro desdobramento, um atentado à bomba realizado neste sábado na área predominantemente cristã de Beirute, a capital libanesa, matou pelo menos duas pessoas e feriu outras oito. Foi a terceira explosão registrada no bairro cristão da capital em uma semana. |
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