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Estudante mata 9 e se suicida em escola dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um estudante matou nove pessoas, deixou 14 feridas e depois se suicidou em Minnesota, norte dos Estados Unidos. Na escola de Red Lake, o atirador matou sete pessoas: um estudante homem, duas estudantes mulheres, uma professora e um guarda-costas. Dois estudantes que tinham ficado feridos morreram mais tarde. O corpo do atirador também foi encontrado no local. Antes de ir à escola, o estudante matou um homem e uma mulher na casa deles, segundo o porta-voz do FBI (polícia federal americana), Paul McCabe. Alguns relatos indicam que as vítimas eram os avós do estudante. Trata-se do pior ataque numa escola desde abril de 1999, quando dois jovens mataram 13 pessoas e se suicidaram na escola de Columbine, no Colorado. Armas McCabe disse que todos os estudantes mortos estavam em uma única sala. Segundo o chefe do corpo de bombeiros local, quando o atirador entrou na escola, por volta das 15h (18h em Brasília), as aulas transcorriam normalmente. Ele disse que o atirador tinha várias armas, incluindo uma espingarda de caça e uma pistola. De acordo com testemunhas, o jovem estava "sorrindo e acenando" enquanto atirava. "Deu para ouvir uma garota dizendo: 'Não, Jeff, pára, pára. Deixe-me em paz. O que você está fazendo?", contou a estudante Sondra Hegstrom ao jornal Pioneer Bemidji. A escola, que fica em uma reserva indígena perto da fronteira com o Canadá, tem cerca de 300 estudantes. A reserva onde fica a escola abriga os índios Chippewa. Segundo testemunhas, toda a reserva foi isolada pela polícia, que também ergueu barreiras na estrada que chega ao local. "Vai demorar para que consigamos juntar todas as peças desse quebra-cabeças", disse McCabe. |
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