|
Juiz mantém 'direito de morrer' de mulher nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um juiz americano determinou que seja removida uma sonda que está mantendo viva uma mulher que sofre de uma doença cerebral e se encontra em estado vegetativo desde 1990. A decisão vai contra tentativa do Congresso americano de adiar o desligamento das máquinas que estão mantendo viva Terri Schiavo, 41 anos. O Senado a havia convocado para depor em uma de suas comissões, o tornaria ilegal o desligamento dos aparelhos, segundo o líder da maioria republicana, Bill Frist. Mas o juiz George Greer disse que o Congresso não deu um motivo por que deveria intervir no caso. Schiavo é objeto de uma longa ação judicial entre seus familiares, que querem que ela seja mantida viva, e seu marido, que defende o desligamento da sonda alimentar que estão conectadas a ela. Os médicos não esperam que ela se recupere. Após anos de disputa, o desligamento da sonda foi marcado para esta sexta-feira, mas ainda não está claro se o procedimento será levado em frente. Drible “O Senado e a Câmara de Representantes permanecem dedicados a salvar a vida de Terri Schiavo”, disse Frist, por meio de um comunicado publicado em sua página na internet. Ele acrescentou que, pelas leis americanas, é um crime “obstruir ou impedir que uma testemunha compareça” a uma audiência para a qual foi convocada oficialmente. “Esta é claramente uma tentativa para driblar uma ordem judicial emitida por um juiz estadual”, disse Howard Simon à agência de notícias Associated Press. Terri Schiavo está internada em um hospital da Flórida. O caso tem gerado muita controvérsia, galvanizando os dois lados dos debates a respeito da eutanásia nos Estados Unidos. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||