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EUA evitam resolução contra China por direitos humanos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos não vão apresentar uma resolução crítica à China na reunião anual da Comissão de Direitos Humanos da ONU, em Genebra. Segundo representante americano citado pela agência de notícias AFP, os americanos desistiram da proposta alegando que eles "vêm trabalhando com a China há muitos anos para tentar fazer com que o país adote reformas na área de direitos humanos, e eles (chineses) fizeram avanços de que gostamos no último ano". Essa mesma fonte disse à agência que os Estados Unidos vão apresentar apenas resoluções contra Cuba e Mianmar. Os Estados Unidos apresentaram 11 resoluções contra Pequim por violações de direitos humanos em anos seguidos desde a repressão do movimento a favor da democracia na Praça Tiananmen, em 1989, mas os aliados da China sempre derrotaram a moção. Dissidente No início deste mês, o Departamento de Estado americano divulgou um relatório dizendo que as forças de segurança da China continuavam a cometer muitos abusos sérios de direitos humanos. Nesta quinta-feira, a China libertou a dissidente Rebiya Kadeer por motivos médicos, segundo contou à AFP o presidente da organização de direitos humanos Duihua Foundation, John Kamm. Kadeer é um dos principais líderes do grupo étnico uighur, na Região Autônoma Xinjiang Uighur, de maioria muçulmana. Em 1999, ela foi acusada pela China de "fornecer informações secretas a estrangeiros" e condenada a oito anos de prisão depois de um julgamento secreto. |
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