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Xiitas e curdos voltam a negociar governo do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Negociações para a formação do novo governo do Iraque foram retomadas na noite desta segunda-feira (horário local), em Bagdá. Integrantes da Aliança Iraquiana Unida, a coalizão xiita que venceu as eleições de janeiro, manifestaram otimismo com relação ao fechamento de um acordo com líderes curdos. Autoridades curdas, o segundo maior grupo a emergir das urnas, mostraram-se porém menos otimistas, insistindo que ainda há divergências a serem resolvidas. As duas principais, segundo o chefe da União Patriótica do Curdistão, dizem respeito ao destino dos combatentes curdos conhecidos como peshmerga e à cidade de Kirkuk. Na quarta-feira está programada a abertura dos trabalhos do Parlamento iraquiano que foi eleito em janeiro, mesmo que os grupos políticos não cheguem a um acordo sobre a formação do novo governo. Analistas dizem que, se isso acontecer, a sessão inaugural deve ter um valor puramente cerimonial. Violência Enquanto isso, novos casos de violência foram registrados no Iraque. Em Mosul, no norte do país, um cameraman que trabalhava para um canal de TV curdo teria sido assassinado a tiros por pistoleiros não-identificados. Husam Hilal Sarsam havia sido seqüestrado 12 horas antes. Ao sul de Bagdá, a explosão de um carro-bomba causou a morte de dois civis iraquianos logo após a passagem de um comboio militar. E, no que parece ter sido uma tentativa de assassinato de um alto funcionário do Ministério da Saúde iraquiano, quatro de seus guarda-costas foram feridos na explosão de uma bomba plantada em uma estrada em Bagdá. |
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