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Quirguistão vai às urnas escolher o novo parlamento | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os eleitores no Quirguistão voltam às urnas neste domingo para escolher seus parlamentares em uma eleição que pode decidir o ritmo das reformas no país asiático. Líderes da oposição vêm pedindo a renúncia do presidente, alegando irregularidades no primeiro turno das eleições, há duas semanas. As denúncias mancharam a reputação do país, considerado relativamente liberal em uma região marcada por governos autoritários. Os 1,5 milhões de eleitores do pequeno país vizinho ao Tibet vão decidir se o novo parlamento eleito vai apoiar o presidente Askar Akayev. 'Alturas' A oposição afirma temer que o novo parlamento permita que Akayev concorra a um terceiro mandato nas eleições de outubro, o que é proibido pela lei do país. Os Estados Unidos, que mantém uma base militar no país, disseram que a saída de Akayev, como manda a constituição, serviria como um bom exemplo para outros governos das ex-repúblicas soviéticas da Ásia, que costumam manipular tanto pleitos como leis, para permanecer no poder. Akayev, por outro lado, acusou grupos que promovem a democracia - patrocinados pelos EUA - de desestabilizarem o país. Às vésperas da eleição, Akayev disse que a decisão dos credores do Clube de Paris de cancelar 60% da dívida externa do Quirguistão seria um “voto de confiança para as políticas do país, que possibilitam, passo a passo, a difícil ascensão rumo às alturas da democracia”. |
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