|
Banco dos EUA aceita pagar US$ 8 milhões a vítimas de Pinochet | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O banco americano Riggs anunciou que aceitou pagar mais de US$ 8 milhões (cerca de R$ 21 milhões) a vítimas, ou familiares de vítimas, de abusos durante o regime militar de Augusto Pinochet, no Chile. O porta-voz do banco, Mark Hendrix, informou que a instituição chegou a este acordo perante uma corte em Madri, Espanha. Segundo Hendrix o banco vai depositar o dinheiro em um fundo especial que será administrado pela Fundação Salvador Allende, com sede em Madri, e que ajuda as vítimas de abusos. Em janeiro de 2005 o banco Riggs de Washington, um dos mais antigos dos Estados Unidos, concordou em se declarar culpado de não informar sobre atividades suspeitas em contas de Augusto Pinochet. Nesta ocasião, o banco Riggs recebeu uma ordem para pagar uma multa de US$ 16 milhões (cerca de R$ 42 milhões). Garzón Na sexta-feira o juiz espanhol Baltasar Garzón fixou em US$ 1,9 milhão (cerca de R$ 5 milhões) a multa a Augusto Pinochet pela responsabilidade civil relativa a delitos atribuídos ao ex-general durante seu regime no Chile, entre eles "genocídio, terrorismo e torturas". Pinochet pagou uma fiança e atualmente está em liberdade, no Chile. O ex-general está sendo processado como autor de nove seqüestros e um homicídio, casos relativos à chamada Operação Condor. O ex-governante também está sendo investigado por suas contas secretas no banco Riggs. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||