|
Bush diz que quer 'trabalhar' com europeus | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse estar confiante de que o país pode superar as suas diferenças com a Europa. "O importante é deixar as diferenças para trás e focar em como nós podemos deixar um legado de paz e liberdade para os nossos filhos e netos", afirmou o presidente, numa entrevista ao canal de televisão belga VRT. Bush deu uma série de entrevistas a veículos europeus às vésperas de uma viagem pelo continente. Ele embarca neste domingo para Bruxelas. Depois de uma estadia de três dias na capital belga, onde participará de uma reunião com os 25 líderes dos países da União Européia, o presidente americano segue para a Alemanha, encerrando o giro europeu na Eslováquia, onde se reunirá com o presidente russo, Vladimir Putin. Assim como a França e a Alemanha, a Bélgica se opôs à invasão do Iraque. Otan Já numa entrevista ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung, Bush disse discordar do primeiro-ministro Gerhard Schroeder, em relação ao papel da Otan (aliança militar ocidental liderada pelos Estados Unidos). Ele se referia a uma declaração recente de Schroeder de que a Otan "não é mais a principal via onde parceiros transatlânticos podem discutir e coordenar estratégias". Contrariando o premiê alemão, o presidente americano disse que a Otan é "vital". À televisão francesa France-3, Bush disse que ele e o presidente francês, Jacques Chirac, devem deixar de lado as divergências e se concentrar no Oriente Médio, especialmente no Líbano, onde o ex-primeiro-ministro Rafik Hariri foi assassinado nesta semana. "Eu estou ansioso por trabalhar com o presidente Chirac. Há muitas áreas em que precisamos trabalhar juntos", afirmou Bush, que deve jantar com Chirac durante a sua passagem por Bruxelas. O presidente disse ainda que a França tem muita influência sobre a Síria, sobre quem os Estados Unidos aumentaram a pressão nos últimos dias para retirar as tropas do Líbano. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||