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Ataques matam assessor de líder xiita e mais 11 no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um representante do influente clérigo xiita iraquiano aiatolá Ali Sistani foi assassinado juntamente com quatro guarda-costas e seu filho. Em um segundo ataque, em um hotel de Bagdá, outras seis pessoas morreram. O atentado contra o xeque Mahmoud al-Madahaini ocorreu depois das preces noturnas da quarta-feira, na cidade de Salman Pak. Al-Madahaini chefiava o escritório de Sistani na cidade de maioria sunita que fica ao sul da capital, Bagdá. Este é o mais recente de uma série de ataques lançados pelos insurgentes majoritariamente sunitas com o objetivo de prejudicar a realização das eleições marcadas para 30 de janeiro. O xeque Al-Madahaini já havia recebido ameaças de morte de opositores às eleições. O aiatolá Sistani não é candidato, mas deu seu endosso à Aliança Unida Iraquiana, uma coalizão formada principalmente por partidos políticos xiitas. Hotel Em um outro incidente, homens armados mataram seis pessoas e seqüestraram um empresário turco em uma emboscada na frente de um hotel em Bagdá. Pelo menos dez homens abriram fogo contra um microônibus que tinha vindo pegar o empresário Abdulkadir Tanrikulu no Hotel Bakhan. A polícia disse que as vítimas do ataque eram funcionários turcos de Tanrikulu que viajavam no microônibus. Vários estrangeiros foram seqüestrados no Iraque desde o ano passado. |
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