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Acusada de corrupção, irmã de presidente peruano é presa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A irmã do presidente do Peru, Alejandro Toledo, foi colocada em prisão domiciliar, sob acusação de falsificar documentos para a campanha política dele. Margarita Toledo, cuja prisão foi ordenada por um juiz que investiga casos de corrupção, é acusada de comandar uma operação de falsificação de assinaturas para que o partido do irmão pudesse participar das eleições em 2000. Toledo, eleito um ano depois, não pode ser incriminado porque tem imunidade como presidente, mas pode ser convocado a depor. Outras 25 pessoas suspeitas de envolvimento nas supostas irregularidades já foram presas. Os bens de todos eles, inclusive os de Margarita, foram bloqueados até a conclusão das investigações. Assinaturas falsas Segundo o presidente da comissão de investigação, mais de três quartos das 1,2 milhão de assinaturas apresentadas para registrar o partido de Toledo nas eleições de 2000 eram falsas. O atual presidente peruano perdeus aquelas eleições, mas assumiu o poder no ano seguinte, depois do colapso do governo de Alberto Fujimori, por causa de um escândalo de corrupção. Toledo nega que ele ou alguém de sua família tenha cometido irregularidades, mas, como informa a correspondente da BBC em Lima Hannah Hennesy, as denúncias são constrangedoras para o presidente, que se elegeu com a promessa de pôr fim à corrupção. |
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