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Europeus rejeitam voltar a vender armas para China | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A União Européia disse que ainda não está preparada para acabar com o embargo de venda de armas para a China. A declaração foi feita por Bernard Bot, ministro das Relações Exteriores da Holanda, país que controla no momento a Presidência rotativa da União Européia. Bot falou durante a abertura de negociações entre União Européia e China. O ministro holandês disse, no entanto, esperar que o embargo termine no próximo ano. A proibição de venda de armas para a China começou em 1989, após a repressão aos protestos da praça Tiananmen. A China exerce forte pressão para o fim do embargo, mas os Estados Unidos e alguns países da União Européia preferem manter a proibição por mais tempo. "Nós estamos trabalhando assiduamente, mas o momento não é correto para suspender o embargo," concluiu Bot. |
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