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Presidente das Filipinas pede ajuda para vítimas de tufão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A presidente das Filipinas, Gloria Arroyo, pediu que as pessoas façam o que puderem para ajudar as 170 mil vítimas de uma série de tempestades que atingiram o país esta semana e que provocou enchentes e deslizamentos de terra. Mais de mil pessoas morreram ou ainda estão desaparecidas. A água das enchentes está começando a baixar, mas equipes de resgate ainda precisam fazer a entrega de suprimentos à pé porque algumas cidades ficaram isoladas após os deslizamentos. Segundo autoridades do país, está começando a faltar comida e medicamentos nesses locais. "Nós precisamos de ajuda para fazer a entrega de suprimentos, achar os que ainda estão desaparecidos, resgatar aqueles que estão isolados, alimentar os famintos e abrigar aqueles que perderam suas casas", disse Arroyo em rede nacional de televisão. Sacos para colocar os mortos começaram a ser distribuídos nas cidades mais atingidas, já que os sobreviventes estavam queimando os mortos com medo de uma possível epidemia. Calamidade O número de mortos ainda não foi confirmado, mas porta-vozes do Exército disseram que pelo menos 479 corpos foram encontrados na província de Quezon, no nordeste do país. Segundo a agência de notícias Reuters, soldados que conseguiram chegar a uma vila isolada em Dingalan disseram ter encontrado cerca de cem corpos. Na capital Manila, pelo menos 30 pessoas morreram em decorrência do tufão Nanmadol, que atingiu a região na quinta-feira. Dezenas de milhares de moradores de cidades costeiras abandonaram suas casas, em busca de refúgio sobre montanhas e localidades mais altas que não costumam ser afetadas pelas águas. As escolas e repartições públicas foram fechadas. Vôos foram cancelados, assim como a partida dos barcos. |
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