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Médico da Juventus é condenado por receitar drogas a jogadores | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um médico da Juventus de Turim foi condenado pela Justiça italiana por ministrar substâncias ilegais ao jogadores do clube durante os anos 1990. Riccardo Agricola recebeu uma pena suspensa de 22 meses de prisão. As acusações foram feitas há seis anos pelo técnico Zdenek Zeman, ex-Roma, que hoje treina a equipe do Lecce. O presidente da Juventus, Antonio Giraudo, foi acusado junto com Agricola, mas o juiz de Turim que presidiu o julgamento o absolveu. Resistência Os promotores alegaram que drogas foram regularmente ministradas a jogadores da Juventus entre 1994 e 1998, incluindo a EPO, ou eritropoietina, um hormônio usado para dar mais resistência física. Entre os jogadores que foram chamados a prestar depoimento no julgamento estão Zinedine Zidane, Roberto Baggio e Alessandro Del Piero. Os promotores haviam pedido penas de prisão de três anos e dois meses para Agricola e dois anos e um mês para Giraudo. Mas os advogados de defesa argumentaram que não havia evidências de que os jogadores de fato receberam substâncias ilegais. |
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