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Espanha e França prendem suspeitos de envolvimento com grupos extremistas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Polícia da França e da Espanha prendeu nesta terça-feira pelo menos três pessoas acusadas de terem ligações com grupos extremistas islâmicos que atuam na Europa. Na França ao menos duas pessoas foram detidas por, supostamente, terem colaborado em um esquema de arrecadação de fundos para um grupos extremista marroquino. As suspeitas a respeito do esquema de financiamento surgiram depois de um ex-funcionário de um empresa de carros fortes foi preso, acusado de ter roubado US$ 1,3 milhão em dinheiro que seria depositado em caixas eletrônicos. A polícia suspeita que pelo menos parte desse dinheiro iria beneficiar a organização Grupo Islâmico Marroquino de Luta, acusado de envolvimento em vários atentados, entre eles o que matou 191 pessoas em Madri em março deste ano. Imã Na Espanha, um imã (sacerdote muçulmano) marroquino foi preso sob a acusação de ter conecções com um líder ativista islâmico que teria planejado um grande atentado contra a Suprema Corte espanhola. De acordo com a agência de notícias France Presse, o imã, Samir Ben Abdellah, foi detido perto da cidade de Barcelona, no nordeste espanhol. Abdellah teria trabalhado como imã em uma cidade na periferia de Madri. O acusado de planejar o atentado contra a Suprema Corte, Mohamed Achraf, está atualmente preso na Suíça, aguardando decisão quanto à sua extradição para a Espanha. Achraf seria um dos responsáveis por uma organização radical chamada Mártires de Marrocos, que, segundo a agência de notícias Associated Press, foi criada por ele quando serviu pena de prisão na Espanha entre 1999 e 2002 por fraudes com cartões de crédito. |
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