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Irã é acusado de acelerar enriquecimento de urânio | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Diplomatas ocidentais acusaram o Irã de ter acelerado a produção de um composto de urânio que pode ser usado para produzir urânio enriquecido para armas nucleares. A acusação antes da entrada em vigor de um acordo com a União Européia, pelo qual o Irã aceitou suspender o enriquecimento de urânio a partir da próxima semana. Os diplomatas, que falaram a agências de notícias sob a condição de não terem suas identidades reveladas, afirmaram que o Irã recentemente começou a produzir grandes quantidades do gás hexafluoreto de urânio, que pode ser usado no processo de enriquecimento. No entanto, um alto funcionário do governo iraniano denunciou a acusação como sendo “pura mentira”. Isfahan O acordo do Irã com a União Européia para congelar o programa iraniano de enriquecimento foi fechado no domingo. Ele tem o objetivo de reduzir temores de que o Irã esteja usando seu programa nuclear para produzir armas atômicas, algo que o governo local nega. Mas os diplomatas disseram que os iranianos estão aproveitando a janela permitida pelo acordo até segunda-feira para produzir o hexafluoreto de urânio em uma usina em Isfahan. “Eu nego isso categoricamente”, disse o porta-voz do governo iraniano Hossein Mousavian à agência de notícias Reuters, garantindo que o país já está se preparando para abandonar sua produção de material enriquecido. O Irã tem imensas reservas de minério de urânio e anunciou no passado planos de extrair mais de 40 toneladas por ano. Autoridades do país disseram que a usina em Isfahan pode processar mais de 300 toneladas de urânio por ano. Os Estados Unidos freqüentemente acusaram Teerã de usar seu programa para produção de energia nuclear com fins pacíficos para desenvolver armas atômicas e mostraram inquietação com as novas denúncias. “As alegações apenas aumentam nossas preocupações de que o Irã continua a seguir com suas atividades nucleares e não honra seus compromissos”, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Adam Ereli. |
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