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Grupos palestinos fazem acordo para 'manter calma' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro palestino Ahmed Korei se reuniu em Gaza com representantes com facções armadas palestinas para discutir forma de manter calma e unidade após a eventual morte do líder palestino Yasser Arafat. Após o encontro, Korei disse que os comandanters militares concordaram com um plano para garantir a segurança e a ordem nos territórios palestinos. Os principais grupos militantes armados, o Hamas e o Jihad Islâmico, estão fazendo pressão para a criação de um governo de unidade nacional, em que eles tenham voz ativa. Um porta-voz do Hamas disse que Korei aceitou a idéia em princípio, e que sua implementação seria discutida em encontros futuros. Korei, entretanto, foi vago ao conversar com repórteres na saída da reunião. Ele disse que a unidade nacional estava sendo discutida "como um todo". "Qualquer problema doméstico tem que ser resolvido através do diálogo nacional", disse Korei. Arafat Arafat continua internado em estado grave no hospital militar de Percy, na periferia de Paris, e não houve alteração do quadro clínico dele neste sábado, segundo um dos assessores do palestino. "Os médicos dizem que o estado dele não é irreversível", afirmou Nabil Abu Rdainah, acrescentando que não houve mudanças desde sexta-feira. Rdainah preferiu não comentar as informações divulgadas na imprensa israelense de que Arafat teria aberto os olhos durante a noite. Nas palavras de um porta-voz do hospital, o estado de saúde do palestino é estável, o que indicaria a manutenção do estado de coma. |
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