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Polícia da Espanha prende suspeitos de planejar atentados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia espanhola prendeu três argelinos e um marroquino que, alegadamente, teriam ligações com planos de uma célula muçulmana para explodir um tribunal e outros prédios. Os três argelinos, ainda não identificados oficialmente, foram presos na cidade de Gandia, no sudeste da Espanha. O marroquino, chamado Faisal Allouch, foi preso em Madri. Ele estava entre os suspeitos presos depois da explosão dos trens em Madri, em março deste ano, quando 191 pessoas morreram, mas tinha sido solto. Juiz Com essas prisões recentes, sobe para 33 o número de suspeitos detidos na investigação que está sendo conduzida pelo juiz Baltasar Garzon. Um dos objetivos desse suposto plano seria o Supremo Tribunal em Madri, onde funciona a base das investigações dos ataques aos trens do dia 11 de março. O plano incluiria explodir um caminhão carregado com 500 quilos de explosivos perto do Supremo Tribunal. Não foram encontrados explosivos ou armas. Nas últimas duas semanas foram feitas 30 prisões de supostos membros da célula do grupo conhecido como Mártires pelo Marrocos. Um dos suspeitos foi solto. Allouch tinha sido um dos primeiros presos depois dos atentados de março. Mas ele foi solto em 5 de maio por um juiz que determinou que ele se apresentasse diariamente às autoridades. Extradição Mohamed Achraf, um argelino que está preso na Suíça, está lutando contra sua extradição para Espanha, onde deve ser acusado formalmente de ter instalado a suposta célula dos Mártires pelo Marrocos. Cerca de 20 suspeitos estão presos na Espanha, acusados de ter ligações com os atentados em Madri, em março. Outros sete morreram quando seus explosivos foram detonados, durante o cerco de seu esconderijo pela polícia, em Madri. |
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