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Seqüestradores ameaçam entregar refém a Zarqawi | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os seqüestradores da agente humanitária Margaret Hassan ameaçaram entregá-la ao militante Abu Musab al-Zarqawi caso as tropas britânicas não saiam do Iraque em 48 horas. O alerta foi feito por uma pessoa encapuzada em um vídeo veiculado pela rede de televisão árabe Al-Jazeera. O jordaniano Al-Zarqawi admitiu ter matado vários estrangeiros, incluindo o britânico Ken Bigley. O canal Al-Jazeera disse que não podia mostrar todas as imagens ante a condição mental da refém mostrada na gravação. O primeiro-ministro irlandês, Bertie Ahern, disse que o conteúdo da fita era "desesperador". Apelo Os familiares de Margaret fizeram um apelo para que seus seqüestradores a libertem sem feri-la. "Nós escutamos suas exigências e imploramos ao Tony Blair e ao governo britânico para que libertem as mulheres prisioneiras e que não movimentem as tropas", disse Deirdre Fitzsimons, irmã de Margaret. "Mas nós somos irlandeses e não temos nenhuma influência sob o governo britânico." Margaret, de 59 anos e com nacionalidade britânica, irlandesa e iraquiana, foi seqüestrada por homens armados há duas semanas. A organização não-governamental Care International, para a qual Margaret trabalhava, suspendeu suas operações de ajuda no Iraque depois do seqüestro da diretora no país. |
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