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Diretor de filme sobre violência contra muçulmanas é morto | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Theo Van Gogh, diretor de cinema holandês que fez um filme sobre a violência contra as mulheres nas sociedades islâmicas, foi morto a tiros em Amsterdã, segundo a mídia holandesa. Van Gogh recebeu numerosas ameaças de morte depois que o filme, chamado Submission (sem título em português; Submissão, em tradução literal), foi transmitido pela TV holandesa no início do ano. A polícia diz ter prendido um homem no local da morte do cineasta depois de uma troca de tiros com um policial. O filme foi feito em associação com a política liberal holandesa Ayaan Hirsi Ali, uma ex-refugiada da Somália que fugiu há 12 anos para escapar de um casamento arranjado. Sobrenome famoso Ayaan Hirsi Ali agora se classifica como ex-muçulmana e está sob proteção policial depois de também ter recebido ameaças de morte. Van Gogh, de 47 anos, era parente do famoso pintor holandês Vincent Van Gogh. Ele estava preparando um filme sobre Pim Fortuyn, político populista holandês de direita e contra imigração, que foi assassinado em maio de 2002. A produtora de Van Gogh disse à agência de notícias holandesa ANP que ele tinha sido assassinado. A polícia não identificou oficialmente o morto. O suspeito e o policial envolvido no tiroteio sofreram ferimentos e estão no hospital. |
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