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Haiti acusa África do Sul de contribuir para violência | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro do Haiti, Gerard Latortue, acusou o presidente da Africa do Sul, Thabo Mbeki, de permitir que o ex-presidente haitiano Jean Bertrand Aristide incite a violência no país. No início do ano, uma revolta de grupos armados no Haiti fez com que Aristide tivesse de deixar o país. Atualmente, o ex-líder haitiano está exilado na África do Sul. Nas últimas duas semanas, pelo menos cinqüenta pessoas morreram em todo o país durante confontos violentos. O governo haitiano atribui a violência no país a grupos que apóiam Aristide. La Tortue acusou Aristide de armar até mesmo crianças. Lei internacional Segundo o premiê haitiiano, o governo de Thabo Mbeki não deveria permitir que Aristide incite a violência porque isso representa uma violação da lei internacional. Neste domingo, mais um contingente de força policial internacional desembarcou na capital haitiana, Porto Príncipe, em meio ao aumento da violência entre simpatizantes e opositores de Aristide. No sábado, o general brasileiro Augusto Heleno Ribeiro fez crítica ao candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, John Kerry. De acordo com o general, Kerry teria contribuído para o agravamento da violência no Haiti, ao gerar uma "falsa esperança" de que Aristide pode voltar a liderar o país. |
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