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Time de prostitutas usa futebol contra preconceito | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo de prostitutas da Guatemala montou um time de futebol que, mesmo sem vencer sempre, tem chamado atenção para as precárias condições a que elas são submetidas nas ruas. O último desafio do time, que se chama Stars of the Tracks, foi jogar contra um grupo de policiais. As meninas do Stars perderam de 3 a 1, mas dizem que publicidade é tudo. "Algumas pessoas vêm, nos parabenizam e dizem que temos que continuar o bom trabalho", disse a atacante Valéria. Baixos salários Apesar de a prostituição ser legal na Guatemala, as mulheres conseguem em média apenas US$ 2,50 (cerca de R$ 7,00) por programa e ainda enfrentam ameaças da polícia. "É bom sentir que nosso poder está sendo unido", disse a zagueira Beatriz. "Quando estamos trabalhando, ficamos isoladas em nossos quartos." Se o time ainda tem que melhorar sua técnica para o futebol, também há trabalho de relações públicas a ser feito. O Stars of the Tracks foi retirado de uma liga de elite de futebol amador no mês passado. A acusação era de que os fãs do time estavam "usando de atitudes profanas" durante os jogos, de acordo com a agência de notícias Reuters. |
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