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Ministros europeus discutem combate à imigração ilegal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ministros do Interior dos cinco maiores países da Europa Ocidental estão reunidos em Florença, na Itália, para discutir medidas sobre imigração, crime organizado e o que chamam de terrorismo. Entre as principais propostas a serem discutidas está uma patrocinada pela Itália e pela Alemanha de criar grandes centros de espera no norte da África para selecionar candidatos à imigração para a Europa. Imigração ilegal é um dos pontos mais sensíveis da agenda européia. Alguns governos e a União Européia têm se esforçado para buscar uma maneira humana, mas eficiente, de diminuir o fenômeno. Refugiados Os ministros da Alemanha, França, Itália, Espanha e Reino Unido querem permitir a entrada de verdadeiros refugiados - aqueles que sofrem perseguição política, entre outras ameaças -, mas pretendem barrar a chegada de pessoas sem esse perfil, que tentam asilo. Até a segunda-feira, os ministros vão discutir a possibilidade de construir grandes centros de processamento de inscrições. No local, os imigrantes teriam acomodação básica e proteção enquanto os pedidos fossem analisados. Além da Itália e da Alemanha, o Reino Unido já havia se manifestado favorável à idéia, mas ela enfrenta oposição da França e da Espanha. Grupos de Direitos Humanos mostraram preocupação. Eles perguntam se países pobres da África poderiam oferecer condições adequadas para cuidar de um grande número de pessoas buscando asilo. |
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