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Explosão de carro-bomba deixa dez mortos em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um carro-bomba explodiu nesta sexta-feira perto de uma delegacia de polícia na capital iraquiana, Bagdá, e deixou pelo menos dez mortos e 12 feridos. Os militares americanos afirmam que todas as vítimas eram iraquianos e que o carro tinha 135 quilos de explosivos. A segurança foi reforçada na área próxima à sede do governo interino do Iraque e das forças americanas depois dos atentados que mataram pelo menos dez pessoas na região na quinta-feira. Em outro desdobramento, moradores de Falluja, no Iraque, começaram a fugir da cidade, após terem sofrido nas últimas semanas uma série de violentos bombardeios lançados por forças americanas. Falluja As autoridades militares dos Estados Unidos afirmaram que os ataques aéreos tinham como alvo locais que abrigavam militantes leais ao militante jordaniano Abu Musab Al-Zarqawi. Zarqawi é o homem mais procurado pelas tropas americanas no Iraque e é apontado como o comandante de milícias supostamente ligadas à rede Al-Qaeda. Durante a operação militar, tropas americanas disseram ter preso o clérigo islâmico sunita Khaled Al-Jumaili. O líder islâmico é um dos principais representantes da delegação que estava negociando uma trégua em Falluja com o governo interino do Iraque. Na quarta-feira, Jumaili teria se reunido com o primeiro-ministro iraquiano, Iyad Allawi, em Bagdá. De acordo com Abdul Hamid Jabu, outro líder religioso presente ao encontro, o clérigo teria ficado supreso quando o premiê exigiu a entrega de Zarqawi. |
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