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Explosões na Zona Verde de Bagdá deixam 10 mortos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dez pessoas, incluindo quatro americanos, foram mortos em duas explosões dentro da Zona Verde de Bagdá, de acordo com autoridades militares dos Estados Unidos. A Zona Verde é o complexo cerco por um forte esquema de segurança na capital iraquiana onde estão localizadas as sedes do governo interino do Iraque e das embaixadas de Estados Unidos e Grã-Bretanha. As explosões, que deixaram cerca de 18 feridos, ocorreram em um mercado e um restaurante do complexo, que fica na margem ocidental do rio Tigre. O grupo conhecido como Tawhid e Jihad – liderado pelo militante jordaniano Abu Musab Al-Zarqawi – disse em seu site na internet que é responsável pelos ataques. Restaurante A Zona Verde tem sofrido ataques freqüentes com morteiros, mas que raramente fazem vítimas. Uma nuvem densa de fumaça subiu na região central de Bagdá depois que foram ouvidas duas fortes explosões. Fontes da área de saúde disseram que vítimas foram levadas para o hospital militar americano, que fica dentro da Zona Verde. No início deste mês, uma bomba foi desativada na frente de um restaurante muito freqüentado dentro do complexo. Depois do ataque, a embaixada britânica em Bagdá alertou seus funcionários para que evitassem todos os restaurantes. Um helicóptero sobrevoava a nuvem de fumaça em Bagdá nesta quinta-feira, enquanto veículos de emergência socorriam as vítimas. "Houve duas explosões. Achamos que foram dois ataques indiretos", disse um porta-voz da Exército americano à agência de notícias francesa AFP. Ataques indiretos são o jargão usado pelas forças americanas para denominar disparos de morteiros ou mísseis. |
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