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Sete palestinos morrem em ataque israelense | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos sete palestinos foram mortos por disparos de tanques israelenses, nesta quinta-feira, no campo de refugiados de Jebaliya. Essa foi a primeira incursão de Israel no centro de Jebaliya nos últimos dois anos. Em um dia marcado por vários confrontos, cerca de outros 14 palestinos e três israelenses foram mortos. Testemunhas falavam em 85 feridos na troca de tiros e disseram que escavadeiras israelenses destruíram casas palestinas no campo. Israel alega que a operação no campo tem como objetivo prevenir que mísseis sejam lançados em direção do território israelense. Ataques O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, deu ordens para que as forças de segurança "façam de tudo para acabar com os disparos de mísseis Qassam". Alan Johnston, correspondente da BBC na região, disse que seguidamente são ouvidos os sons de disparos de armas na área norte de Jabaliya, além do barulho dos tanques ao longo da Faixa de Gaza. O ministro da Defesa, Shaul Mofaz, anunciou na rádio militar israelense sua decisão de lançar uma grande operação militar na Faixa de Gaza a fim de combater os ataques com mísseis. A ofensiva desta quinta-feira foi condenada pelas autoridades palestinas. “Esse é um perigoso indicativo que vai levar ao fracasso”, comentou Nabil Abu Rudeinah, assessor do líder Yasser Arafat. |
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