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Senado dos EUA confirma Goss como diretor da CIA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira a indicação de Porter Goss para o cargo de diretor da CIA, a agência de inteligência americana. Goss, que foi indicado pelo presidente George W. Bush, recebeu votos de 77 parlamentares, enquanto 17 outros o rejeitaram. Alguns senadores democratas vinham se opondo à indicação do ex-agente de inteligência, acusando-o de ser politicamente “parcial” demais por causa de sua ligação com o Partido Republicano. Mas a Casa Branca insistiu que a indicação de Goss para o cargo foi por causa de sua experiência, não por causa de seu perfil político. Tenet Goss tem 65 anos e deve passar ocupar o cargo depois de oficialmente empossado por Bush. Ele passou dez anos trabalhando para o serviço de inteligência do exército americano e para a CIA antes de entrar na política. Filiado ao Partido Republicano, Goss foi eleito para a Câmara dos Representantes pelo Estado da Flórida e vão atuando como parlamentar desde 1989. Ele irá substituir George Tenet, o diretor da CIA que deixou o cargo em junho, em um momento em que a agência enfrentava acusações sobre seu desempenho na coleta de informações nos meses que antecederam a ofensiva militar liderada pelos Estados Unidos contra o Iraque, em 2003. Depois da saída de Tenet, uma comissão bipartidária do Congresso americano divulgou um relatório sobre os fatos relacionados aos atentados de 11 de setembro de 2001 em Washington e Nova York, em que recomendou reformas na CIA e em outras agências americanas encarregadas de coleta de dados de inteligência. |
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