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'Apenas cem alunas desrespeitam lei do véu', diz ministro francês | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Educação da França, François Fillon, disse que cerca de cem meninas ainda se recusam a cumprir a lei que proíbe o uso de véus islâmicos e outros símbolos religiosos nas escolas oficiais. Em declarações a uma emissora de rádio francesa, Fillon disse que o número é muito menor do que se havia previsto e que todos os esforços estão sendo feitos para persuadir estas estudantes a mudar de posição. Se elas não atenderem à exigência, podem até ser expulsas da escola. Em sua primeira avaliação do impacto da lei, que entrou em vigor há menos de um mês, Fillon disse que mais de 600 meninas se recusaram inicialmente a remover seus véus. Mas, na maioria dos casos, acabou a autoridade da escola acabou se fazendo valer. Como cerca de seis milhões de meninas freqüentam escolas francesas, o número de incidentes envolvendo o uso de véus é pequeno, e o caos previsto por muitos por causa da lei acabou não se materializando. Um grupo de militantes no Iraque que seqüestrou dois jornalistas franceses ameaçou matá-los se a lei não fosse revogada. Mas isso gerou indignação entre muçulmanos franceses, e pode ter ajudado a causa do governo. O correspondente da BBC em Paris, Hugh Schofield, disse que mesmo antes de a lei entrar em vigor, o número de meninas muçulmanas usando o véu nas salas de aula não passava de poucas centenas. A grande maioria das estudantes era indiferente ao uso do véu ou, até mesmo, contrária à prática. |
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