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Polícia britânica pede punição por invasão de propriedade real | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O comissário da Polícia Metropolitana de Londres, John Stevens – a mais alta autoridade policial da Grã-Bretanha – , disse à BBC que pretende pedir ao governo do país que adote uma nova punição mais específica para quem invadir propriedades reais. Stevens fez tal declaração depois de estudar relatórios sobre a violação da segurança na segunda-feira no Palácio de Buckingham, residência oficial da rainha Elizabeth 2ª em Londres. Um manifestante conseguiu entrar no pátio do palácio e escalar uma laje perto do terraço onde os membros da família real aparecem em ocasiões festivas. O manifestante, Jason Hatch, fantasiado de Batman, ficou no local durante cerca de cinco horas. Stevens advertiu que outros manifestantes que queiram imitar a ação de Hatch devem "pensar duas vezes" antes disso pois correm o risco de serem baleados. Inquérito O protesto de Hatch levou à abertura de um inquérito sobre as condições de segurança do palácio. Hatch foi preso por suspeita de danos à propriedade. Um outro manifestante, vestido de Robin, foi ameaçado pela polícia quando tentava seguir Hatch e foi interrogado por ajudar e acobertar um ato criminoso. Este foi a mais recente de uma série de atos públicos do grupo a que pertence Hatch, o Fathers 4 Justice. Em maio último, manifestantes do grupo atiraram camisinhas cheias de farinha tingida de roxo sobre o primeiro-ministro Tony Blair, que fazia um discurso no Parlamento. |
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