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Ataque dos EUA deixa 20 mortos em Falluja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 20 iraquianos morreram em um bombardeio americano na cidade de Falluja, que é amplamente controlada por insurgentes que se opõem ao governo interino do Iraque. Um oficial dos Estados Unidos disse que os aviões bombardearam uma casa usada por seguidores de Abu Musab Al-Zarqawi, o líder militante responsabilizado por grande parte da violência no Iraque. Fontes hospitalares locais disseram que há vários civis entre os mortos, inclusive mulheres e crianças. Elas afirmaram que sete dos mortos estavam em uma ambulância atingida por um míssil. O ataque ocorreu após a morte de pelo menos 60 pessoas em intensos combates entre soldados das forças lideradas pelos Estados Unidos e rebeldes iraquianos durante o domingo. Al-Zarqawi "Fontes de inteligência relataram a presença de diversos seguidores importantes de (Abu Musab) Zarqawi, que foram responsáveis por numerosos ataques terroristas contra civis iraquianos, forças de segurança iraquianas e forças multinacionais", disse um comunicado do comando americano. "As forças de segurança iraquianas e as forças multinacionais atingiram de forma efetiva e exata esses terroristas e protegeram as vidas de civis inocentes", acrescentou o texto. Os Estados Unidos acusam Al-Zarqawi, chefe do movimento Tawhid e Jihad, de liderar as operações da Al-Qaeda no Iraque e de organizar uma série de atentados e ataques com carros-bomba. De acordo com um repórter da agência de notícias francesa AFP, pelo menos uma casa foi destruída por um míssil americano e outras duas foram parcialmente atingidas. O primeiro-ministro interino do Iraque, Iyad Allawi, indicou um novo ministro para a Segurança Nacional, Qasim Daawoud, que diz que vai introduzir uma nova estratégia de segurança em um esforço para garantir que as eleições ocorram em janeiro. Em meio aos últimos episódios de violência no Iraque, diversos jornais europeus publicam nesta segunda-feira uma entrevista em que Allawi, comenta a perspectiva de eleições. Na entrevista concedida em Bagdá, Alawi afirmou que quer a realizações das eleições em janeiro, mesmo se a constante violência no país impedir que algumas pessoas consigam votar. |
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