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Civis americanos poderão ter armas militares | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Termina na próxima segunda-feira nos Estados Unidos o veto que vigorou durante dez anos e que impedia cidadãos comuns de possuírem armas de fogo de alto calibre. Com o fim do veto, civis poderão ter armas como os rifles Kalashnikov ou a submetralhadora Uzi em suas casas. O veto deveria ser renovado até a próxima semana, mas congressistas republicanos fizeram manobras para que não houvesse prazo para a renovação. O presidente George W. Bush afirmou que aprova o veto, mas muitos republicanos são contrários a que a proibição siga em vigor. O veto à aquisição de 19 tipos de armamentos miltares pesados foi aprovado em 1994, durante a Presidência de Bill Clinton, após uma série de ataques feitos por atiradores. Entre as armas que não podiam ser adquiridas por cidadãos comuns estavam o fuzil automático Kalashnikov e a Uzi. Lobby Entre os mais ativos lobistas pelo fim do veto está a National Rifle Association, entidade que defende o interesse de usuários de armas de fogo e que combate leis restritivas ao porte de armas. Policiais dos Estados Unidos disseram que a possibilidade de cidadãos comuns portarem armas de uso militar representa um sério risco. O candidato presidencial democrata, John Kerry, disse que irá fazer do tema um assunto de sua campanha. Kerry afirmou ainda que julga Bush responsável por ter traído a polícia americana. |
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