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Atualizado às: 29 de agosto, 2004 - 14h30 GMT (11h30 Brasília)
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Chechenos vão às urnas para eleger presidente
Milicianos chechenos do lado de fora de um local de votação
Milicianos chechenos do lado de fora de um local de votação
Eleitores na Chechênia estão escolhendo neste domingo seu novo presidente, após o assassinato do ex-líder pró-Moscou Akhmad Kadyrov num atentado a bomba em maio.

Localizada no Sul da Rússia, a República da Chechênia, de maioria islâmica, luta por independência do governo russo.

O favorito para vencer as eleições é o ministro checheno do Interior, Alu Alkhanov, que é apoiado pelo Kremlin. Alkhanov é também a maior autoridade policial da Chechênia.

Um forte esquema de segurança foi montado para as eleições deste domingo. Logo após o início das votação, um homem-bomba tentou explodir um posto eleitoral em Grozni, capital da Chechênia, e acabou morrendo no local.

Queda de aviões

A explosão do homem-bomba foi o único incidente registrado pela manhã na república, que reforçou a segurança para tentar impedir a ação de rebeldes separatistas durante a votação, considerada ilegítima por eles.

Os rebeldes são suspeitos de envolvimento na queda de dois aviões russos na terça-feira, nas vésperas da votação.

Vestígios de material explosivo foram encontrados nos destroços dos dois aviões.

Além disso, as autoridades russas estariam investigando informações de que duas passageiras dos aviões seriam da Chechênia.

Favorito

Vários soldados russos e milícias pró-Moscou, fortemente armados, foram colacados nas ruas de Grozni para patrulhar a capital. Nos locais de votação, os eleitores estão sendo submetidos a revistas com detectores de metais.

Chechenia
Soldados armados com Kalashnikov patrulham a capital Grozni

Observadores dizem que o favorito para vencer as eleições, Alu Alkhanov, deve obter cerca de 60% do votos.

Quatro dos últimos cinco líderes da Chechênia foram assassinados.

Segundo o correspondente da BBC na Rússia, Steve Rosenberg, o cargo é o mais perigoso do país.

Os rebeldes separatistas afirmam que a eleição é uma farsa e prometeram matar Alu Alkhanov, a quem chamam de "palhaço de Moscou".

Na semana passada, o presidente Vladimir Putin apareceu ao lado de Alkhanov, colocando flores no túmulo do presidente assassinado Kadyrov.

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